segunda-feira, 4 de junho de 2012

A vida dá-nos maus momentos para de seguida surgiram melhores!
DA*

domingo, 18 de março de 2012

O tempo devia trazer as melhores coisas de volta em vez destas se tornarem apenas lembranças.

terça-feira, 13 de março de 2012

Força a esgotar

"Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer." 



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Querer

(estou de volta ao blog por uns tempos)
É um precisar e não ter, querer e não poder.
Relembro aqueles momentos, não os dias nem as noites mas sim os momentos, dos mais estúpidos aos mais importantes e a única palavra que me vem á mente é saudade. Quero tudo, outra vez.
Passado tanto tempo eu não consegui esquecer nada, não consegui esquecer-te. Tão perto e tão longe. Preciso que saibas que tu foste a minha escolha, tu és a minha única escolha. Sem diferentes opções.
Agora e amanhã, CPB.


Doce dentada*

sábado, 12 de novembro de 2011

Saudade é o meu nome do meio.

Hey, amor. Lembras-te de mim? Eu costumava ser quem estava ao teu lado sempre, quando procuravas alguém para estar ao teu lado eu estava lá. Costumava ser quem te fazia sorrir, quando tudo o que mais querias era chorar. Não queria que chorasses porque a cada lágrima tua, é como se eu levasse uma facada no coração. Parece treta, e soa como se fosse uma mentira, não é? Mas é verdade. É a mais pura e idiota verdade. Eu tinha tanto medo de te perder. Ter-te ao meu lado, parecia bom demais para ser verdade. Vivia com aquele medo constante e sempre tive razão não foi? Infelizmente tudo o que temia aconteceu. O medo de nunca ser o suficientemente boa para ti fez com que te pressionasse demasiado e que acabasses por me deixar. Na altura tu dizias que era um medo estúpido que nunca te ia perder: "serás sempre das melhores". Tudo se foi não é verdade? E mais uma vez a razão caiu do meu lado. Lembras-te de dizer que contigo passei a melhor noite da minha vida e também a pior? Tudo o que é bom passa por cima do mau e eu apenas guardo as boas recordações, sim porque agora não passam disso pelo menos para mim, porque para ti já estão apagadas á muito tempo. Não me mintas. Sabes que já não importa. Nunca importou. Não sei porque te estou a escrever, sei que provavelmente vais parar de ler no ‘Hey, amor’ porque na realidade tu nunca foste meu. Lembro-me do modo como tu mordes, ou melhor, mordias, (é melhor escrever tudo no passado, pois não conheço o novo ‘tu’), e tenho saudades até do teu morder. Costumavas ser o meu bébé … Mas o tempo passou, né? Passou pra ti, passou pra mim, passou. Se vivesse tudo de novo pararia o tempo. Não posso é acreditar que tu simplesmente me esqueceste, foi tão fácil, gostava que fosse assim para mim. Até me lembro do som da tua respiração. Espero que um dia abras os olhos e te lembres do que era quando estava contigo e do que me tornei após nos termos separado. Mentiras. Amigos. Só e apenas isso, dos melhores* Conheci o teu outro eu.
Infelizmente nunca vais ler nem entender-me. SF




terça-feira, 25 de outubro de 2011


Hey bé lembras-te de mim? Eu costumava ser importante para ti, falávamos todos os dias, eu era muitas vezes a razão do teu sorriso, tu costumavas fazer tudo para me arrancar uma gargalhada. Éramos quase perfeitos, tu eras tu, lembras-te disso? Disseste que eu iria ser sempre das melhores, vês? Desistimos, tal como eu te disse que ia acontecer.  Não, não pode ficar assim. Eu preciso de ti, do que tinhamos, eu quero ter-te outra vez. O meu sorriso não é o mesmo depois de te teres ido embora, estou a morrer de saudades, e isto não é tudo uma treta, antes fosse. Porque desististe? Uma resposta por favor. Dá-me mais um oportunidade de tentar.  Não queria que tivesse acabado assim, não queria que tivesse acabado. Este não é o nosso fim. Vou ficar assim até ao dia em que me disseres nos olhos que nada mais há a fazer e que acabou. Lembra-te de nós. SF*

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CPB
Era quando tudo deveria estar bem, e até está. Mas depois apareces tu outra vez e estragas o meu plano falhado de esquecer o "nós". É um querer e não querer. Ou um querer e não poder. A verdade é que longe da vista deveria ser longe do coração mas as coisas não são assim, estar longe dá saudade mas estar perto mais saudade dá. O toque que já foi meu, o olhar que um dia foi para mim, o sorriso brilhante, as gargalhadas fofinhas. Ao surgir uma palavra, um assunto, um objecto, revive-se os momentos, vêm flash's e tudo volta novamente, e a verdade corre pelos olhos. E vem um e outro e és tu que estás sempre no meu pensamento e no coração, justo é que não é com certeza. Tudo se torna mais fácil sendo tu um dos meus melhores amigos e tendo amigos como os meus que me fazem sorrir todos os dias mas ... nem tudo passa, nem tudo se esquece.

Saudades são só saudades. Não alteram nada.
Shelly Faria.